terça-feira, 22 de outubro de 2013

RN Ciência é aberto oficialmente na CIENTEC


Ciência, regionalismo e educação. Esses são os elementos que compõe a edição deste ano do RN Ciência, a feira de iniciação científica organizada pela Secretaria de Estado de Educação. Contando com a presença de estudantes das 16 regionais de ensino, o RN Ciência ocorre dentro das atividades da Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura da Universidade do Rio Grande do Norte.

A Rede Estadual de Ensino tem revelado futuros cientistas entre seus alunos. Graças aos incentivos que a Secretaria concede ao apoiar o desenvolvimento de pesquisas científicas que tragam respostas para as inquietações que os estudantes conceituam durante o seus estudos. O Conhecimento Científico tem despertado nos alunos da rede pública um interesse maior pela educação e provocado discussão em torno que a ciência deve seguir.


Para abrir os trabalhos do RN Ciência, a secretária de Educação, profª Betania Ramalho, e o secretário adjunto de educação, Joaquim Oliveira, visitaram os estandes da feira, conversaram com os alunos, virão experimentos científicos e presenciaram as atividades desenvolvidas no longo de meses para culminarem na feira.

Logo após as visitas, ocorreu a exibição de bandas de música das escolas estaduais, apresentações artísticas e de capoeira no palco montando ao lado do pavilhão do RN Ciência, palco este que servirá de apoio para os eventos paralelos a feira.


A secretária Betania Ramalho fez saudação aos participantes e falou da importância do evento: “A realização do RN Ciência é a grande celebração dos esforços que os professores, estudantes e gestores tiveram ao abraçar e estudar o desenvolvimento do método científico e a busca pelo conhecimento.”

Ainda em suas palavras a secretária mostrou-se otimista com os resultados da feira: “Creio que nossos estudantes possam aproveitar ao máximo os momentos de interação que terão com seus colegas nos estandes. Esse momento serve para que possamos conhecer o que nossa educação está produzindo. E desejo que todos aproveitem essa grande festa que a universidade promove que é a CIENTEC.”

Para finalizar a secretária mostrou por que o RN Ciência é um dos eventos mais importantes que a Secretaria de Educação promove: “A educação precisa de um grande palco para demonstrar todo o seu potencial. Aqui, em meio a tantos projetos, podemos perceber o quanto nosso ensino tem avançado e consolidado, rumo a uma educação melhor. Percebo que estamos no caminho certo.”

Pavilhão


O RN Ciência encontra-se no pavilhão em frente a Capela Ecumênica da UFRN. Além dos estandes das 16 regionais de ensino, um auditório e um estande destinado a esclarecimentos sobre o SIGEduc fazem parte das instalações da feira.

O secretário adjunto de Educação, professor Joaquim Oliveira conta as melhorias físicas em relação ao ano passado: “Tivemos que expandi o espaço que os alunos tinham para expor seus trabalhos. Trouxemos nosso espaço para um local mais privilegiado, ampliamos o sistema de ventilação, estamos dispondo de espaços de atividades complementares, como o auditório e o palco montado ao lado.”

A feira está sendo organizada pela Coordenadoria dos Órgãos Regionais de Ensino (CORE), durante toda a semana.

Educação lança edital de seleção para nutricionistas

A Secretaria de Estado da Educação do Rio Grande do Norte divulga Edital de Seleção Simplificada para Nutricionistas



Anexo I - Ficha de Inscrição

Anexo II - Núcleos e Número de vagas

Educação investe em acessibilidade


A Secretaria de Educação planeja e trabalha na acessibilidade de suas instalações físicas. A sede da secretaria receberá dentro de algumas semanas dois elevadores que proporcionarão, aos seus servidores, a garantia do direito de ir e vir sem a necessidade de terceiros. Os dois estão sendo instalados no vão central de cada um dos dois blocos da repartição.

Esperada por muito tempo, a instalação dos elevadores integra um pacote de ações que a atual gestão vem desenvolvendo para aperfeiçoar as condições de trabalho dentro da Secretaria de Educação. “A professora Betania Ramalho tem se mostrado muito sensível em relação as necessidades que temos para desenvolver um bom trabalho. Essa é uma das marcas que podemos observar de seu trabalho.” disse Márcia Peixoto, coordenadora da Subcoordenadoria de Educação Especial.


O quadro funcional da secretaria é composto, em parte, por funcionários deficientes, idosos e gestantes. A implementação dos elevadores dará a essa parcela dos servidores uma “acessibilidade digna”, como definiu a coordenadora Márcia: “Imaginemos que é direito de todos ir e vir. Num ambiente de trabalho é necessário que cada um tenha esse direito garantido. Os funcionários que dependem da ajuda de outros para se locomover tem sua autoestima baixa. Quando as máquinas começarem a ser usadas, teremos uma acessibilidade digna para todos que necessitam.”

O investimento da Secretaria de Educação nos dois elevadores gira em torno de R$ 164 mil reais. Os recursos são oriundos dos recursos que a secretaria dispõe do Salário Educação. De acordo com o contrato firmando, a empresa responsável para a instalação dos elevadores terá, no máximo, 120 dias, para entregarem os equipamentos funcionando. Esse prazo conta desde o início das obras.

Assinado Termo de Cooperação Técnica entre Seec e Hospital Giselda Trigueiro

Milena Martins - diretora geral do Hospital Giselda Trigueiro
Foi assinado na manhã desta terça-feira (22), o Termo de Cooperação Técnica entre Secretaria Estadual de Educação (Seec) e Hospital Giselda Trigueiro. O objetivo é de possibilitar o acompanhamento pedagógico-educacional e garantir o processo de desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes do ensino regular que estejam impedidos, por condições especiais de saúde, de frequentar a sala de aula.

A criança hospitalizada no Giselda Trigueiro passará a dispor a partir do ano que vem de um atendimento educacional no hospital. Esse atendimento ocorre em ambientes de tratamento de saúde, seja na circunstância de internação, como tradicionalmente conhecida, seja na circunstância de atendimento diário ou atenção integral à saúde mental.
Joaquim Oliveira - sec. adjunto da SEEC

A modalidade de Atendimento Especial da Seec também contempla o Pedagógico Domiciliar, que é o atendimento que ocorre em ambiente doméstico, decorrente de problema de saúde que impossibilite o educando de frequentar a escola ou esteja ele em casas de passagem, casas de apoio, casa-lares ou outras estruturas de apoio da sociedade.

De acordo com Joaquim Oliveira, secretário-adjunto da Seec, é obrigação do serviço público atender os mais necessitados. "Na verdade o que acontece nesses casos em que pessoas sensíveis a causa têm uma troca de conhecimentos muito grande. O educando ganha conhecimento, e o educador em humanidade", disse.

Já Márcia Maria Peixoto, representante da Subcoordenadoria de Educação Especial (Suesp), falou em resgate social daqueles que precisam do atendimento, uma vez que considera a escola como ente social da criança. "Quando educamos essas crianças nos locais que estão internadas estamos dando a elas a possibilidade de resgate do cidadão, tanto deles como nosso. Eles passam a se sentir inseridos e nós cumpridores de um dever".
Marcos Cléber - Codese
Marcos Cléber, da Coordenadoria de Desenvolvimento Escolar (Codese), corrobora com Márcia Peixoto e estende o que sente nas visitas. "Há um brilho nesses atores sociais que somos e aprendemos bastante. Temos que voltar a sermos humanos em tempos de afazeres e obrigações", disse. Sobre isso, Marcos Cléber ainda citou o educador Paulo Freire: "Humanizar não é discurso, é prática".

O advogado geral da União, Tiago Pereira Pinheiro, ficou bastante contente com o papel que a Seec vem desempenhando sobre o tema e vê evolução na educação. "Temos que acabar com o analfabetismo e se o aluno não vai à escola, esta tem que ir até ele. Não podemos mas dar a desculpa da falta de educação como problema do país. A educação deve ser para todos, é um papel do estado promovê-la".

Quem assinou o  Termo de Cooperação Técnica foi a diretora geral do Hospital Giselda Trigueiro, Milena Martins, que destacou a importância da parceria. "É fantástico ver pessoas mobilizadas pela causa. O hospital tem o perfil carente e vai ser muito rico para todos", disse.

Atualmente dois professores da rede estadual estão disponíveis para trabalharem com crianças carentes nos hospitais. Os educadores que desejarem participar das aulas em sua modalidade especial devem procurar a Suesp, que fica na Seec, na parte da manhã. As aulas serão em salas adaptadas no próprio hospital a partir do ano letivo do próximo ano.

As classes hospitalares já estão funcionando nos seguintes locais: Hospital Infantil Varela Santiago, Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, Hospital do Seridó (Caicó), Casa de Apoio a Criança com Câncer Durval Paiva, Grupo de Apoio à Criança com Câncer do Rio Grande do Norte, Associação de Apoio aos Portadores de Câncer de Mossoró e Região.

O atendimento educacional hospitalar e domiciliar tem como amparo legal:

- A Constituição Federal/88, art.205;
- Decreto Lei nº1.044/69 e Lei nº6.202/75;
- Lei nº8069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente);
- Resolução nº41/95 (Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente);
- Lei nº9.394/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional);
- Resolução nº02/01 - CNE/CEB (Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica);
- Documento intitulado Classe Hospitalar e Atendimento Pedagógico Domiciliar: estratégias e orientações, editados pelo MEC, em 2002.
- Resolução nº02/2012 - CEE/CEB/RN, 31 de outubro de 2012